MOVIMENTO SACERDOTAL MARIANO – M.S.M.

(Mensagens de NOSSA SENHORA ao Pe. Stefano Gobbi, na Itália)

Parte 9

 

Em continuação ao texto anterior, apresentaremos mais dois sinais que evidenciam, segundo NOSSA SENHORA ao Pe. Gobbi, a chegada da grande Purificação para a Igreja e a humanidade:

 

SEGUNDO SINAL: A INDISCIPLINA.

“Contemplai a vossa MÃE Celeste, ao apresentar-se no Templo para oferecer o Seu pequeno Menino.
Ele é o Verbo do Pai feito Homem; é o Filho de Deus, pelo qual o universo foi criado; é o MESSIAS esperado, para o qual foram orientadas as Profecias e a Lei.
Todavia, desde o momento da SUA Concepção humana, ELE Se torna em tudo obediente à Vontade do PAI: “EU venho, Ó Deus, para fazer a TUA Vontade.” E SE sujeita, já desde o nascimento, a todas as prescrições da Lei: após oito dias, a circuncisão; e hoje, passados quarenta dias, a SUA Apresentação no Templo.
Como qualquer outro primogênito, também O MEU pertence a DEUS e é resgatado com o sacrifício prescrito. Retorna das mãos do Sacerdote para os Meus Braços, para poder ser novamente oferecido por MIM, através da ferida do Meu Coração Imaculado, já transpassado por uma espada; deste modo, dizemos juntos o nosso sim à Vontade do PAI.
Filhos prediletos, quando vos chamo a vos tornar os mais pequeninos nos Meus Braços, é para vos tornardes semelhantes ao Meu Menino JESUS na dócil e perfeita obediência à Vontade Divina.
Hoje, o Meu Coração é ferido novamente, ao ver quantos, entre os Meus filhos prediletos vivem sem docilidade à Vontade de DEUS, porque não observam e, às vezes, desprezam abertamente as leis próprias do estado sacerdotal.
Assim, a indisciplina se difunde na Igreja e faz vítimas até entre os seus próprios Pastores.
Este é o segundo sinal que vos indica que chegou, para a Igreja, o tempo conclusivo da purificação: a indisciplina que se difundiu a todos os níveis, especialmente entre o clero.
É indisciplina a falta de docilidade interior à Vontade de DEUS, que se manifesta na transgressão das obrigações próprias do vosso estado; a obrigação da oração, do bom exemplo, de viver uma vida santa e apostólica. Quantos, entre os Sacerdotes, se deixam absorver por uma atividade desordenada e já não rezam mais! Descuidam habitualmente a Liturgia das horas, a meditação, a reza do santo Terço. Limitam a oração a uma apressada celebração da Santa MISSA.
Assim, estes Meus pobres filhos tornam-se vazios interiormente e já não têm luz nem força para resistir às numerosas insídias no meio das quais vivem. 
Por isso são contaminados pelo espírito do mundo, aceitam o seu modo de vida, partilham dos seus valores, participam nas suas manifestações profanas, deixam-se condicionar pelos seus meios de propaganda, ficando, por fim, revestidos da sua própria mentalidade.
Acabam por viver como ministros do mundo, segundo o seu espírito, o qual justificam e difundem, dando escândalo no meio de muitos fiéis.
Daqui surge a difundida rebelião contra as normas canônicas que regulam a vida dos Sacerdotes e a recorrente contestação contra a obrigação do sagrado celibato, querido por JESUS por meio da SUA Igreja, e que vos foi reafirmado novamente com firmeza pelo Papa, nestes dias.
É indisciplina a facilidade com que se descuidam das normas estabelecidas pela Igreja para regular a vida litúrgica e eclesiástica.
Hoje, cada um tende a regular-se segundo o seu próprio gosto ou arbítrio, e com que escandalosa facilidade se violam as normas da Igreja, reafirmadas repetidamente pela Santo Padre, como a obrigação dos Sacerdotes de vestirem o hábito eclesiástico.
Infelizmente, por vezes, os primeiros a continuar a desobedecer a esta prescrição são precisamente os Pastores, e é por causa do seu mau exemplo que a indisciplina se alastra em todos os setores da Igreja.
Esta desordem que se difunde na Igreja indica-vos com clareza que chegou para Ela o momento conclusivo da sua purificação.
Que deveis vós fazer, filhos prediletos da MÃE Celeste, apóstolos de luz do Meu Coração Imaculado?
Deixai-vos levar nos Meus Braços, como as Minhas crianças mais pequeninas, e Eu vos tornarei perfeitamente dóceis à Vontade do PAI.
Dareis assim a todos o bom exemplo de uma perfeita obediência às leis da Igreja, e a MÃE Celeste poderá servir-se de vós para repor a ordem na Sua Casa a fim de que depois do sofrimento, resplandeça na Igreja o Triunfo do Seu Coração Imaculado.”
(02 de fevereiro de 1979 – Festa de apresentação do Menino JESUS no Templo.)

 

TERCEIRO SINAL: A DIVISÃO.

“Sou a vossa MÃE Imaculada.
Apareci na terra, na pobre gruta de Massabielle, para vos indicar o caminho que deveis seguir nestes momentos difíceis.
É o Meu próprio caminho: o caminho da pureza, da graça, da oração e da penitência.
É o caminho que o Meu FILHO JESUS já vos indicou, para vos conduzir todos ao PAI no Seu ESPÍRITO de Amor. Tendes em vós o Seu próprio ESPÍRITO que vos faz chamar a DEUS de PAI, porque vos foi participada a SUA Natureza Divina.
Segui pelo caminho do amor. Abri-vos ao ESPÍRITO de Amor, que vos leva a estar cada vez mais unidos na vida.
Amai-vos uns aos outros como JESUS vos amou e vos tornareis verdadeiramente uma só coisa. A unidade é a perfeição do amor. É por isso que JESUS quis que a SUA Igreja fosse Una, para fazer dela o Sacramento do Amor de DEUS para com os homens.
Hoje, o Meu Coração Imaculado estremece, angustia-se ao ver a Igreja dividida interiormente.
Esta divisão que penetrou no interior da Igreja é o terceiro sinal que vos indica, com certeza, que chegou para Ela o momento conclusivo da Sua dolorosa purificação.
Embora, ao longo dos séculos, a Igreja tenha sido várias vezes dilacerada por divisões que levaram muitos dos Meus filhos a separar-se Dela, Eu obtive-lhe de JESUS o privilégio singular da sua unidade interior.
Mas, nestes tempos, o Meu adversário conseguiu obscurecer, com a sua fumaça, também a luz desta sua Divina prerrogativa.
A divisão interior manifesta-se entre os próprios fiéis, que se põem, frequentemente, uns contra os outros, na tentativa de defender e anunciar melhor a verdade. Assim, a verdade é atraiçoada por eles próprios, porque o Evangelho do Meu FILHO não pode ser dividido.
Esta divisão interior leva, por vezes também, Sacerdotes a oporem-se contra Sacerdotes, Bispos contra Bispos, Cardeais contra Cardeais, pois nunca como nestes tempos satanás conseguiu introduzir-se no meio deles, quebrando o precioso laço do seu mútuo e recíproco amor.
A divisão interior exprime-se pelo mundo com que se tende a deixar só, quase no abandono, também o Vigário de JESUS, o Papa, que é o Filho por MIM particularmente amado e iluminado.
O Meu Coração de MÃE é ferido por ver como o silêncio e o vazio dos Meus filhos rodeiam frequentemente a palavra e a ação do Santo Padre, enquanto Ele é cada vez mais atingido e sofre oposição pelos seus adversários.
Por causa desta divisão interior, o seu próprio ministério não é suficientemente defendido e difundido por toda a Igreja, a qual JESUS quis que estivesse unida em torno do sucessor de Pedro.           
O Meu Coração Materno enche-se de dor ao ver que até alguns Pastores recusam deixar-se guiar pela sua palavra iluminadora e segura.
O primeiro modo de estar separado do Papa é a aberta rebelião. Mas há também um outro modo mais astucioso e perigoso: é proclamar-se abertamente unido a Ele, mas discordar interiormente Dele, deixar cair no vazio o Seu Magistério, e fazer, na prática, o contrário daquilo que Ele indica.
Ó Igreja, corpo místico do Meu JESUS, no teu doloroso caminho para o Calvário, chegaste à décima primeira estação, e te vês rasgada e dilacerada nos teus membros, novamente crucificados!
Que deveis vós fazer, Meus filhos, apóstolos do Meu Imaculado e Doloroso Coração? Deveis tornar-vos semente escondida, pronta até a morrer pela unidade interior da Igreja.
Por isso vos conduzo cada dia ao maior amor e á fidelidade ao Papa e à Igreja a Ele unida. Por isso vos torno hoje participantes das angústias do Meu Coração Materno; por isso vos formo no heroísmo da santidade e vos levo Comigo ao Calvário. Assim, também por meio de vós poderei fazer sair a Igreja da sua dolorosa purificação, a fim de que Nela se possa manifestar ao mundo todo o esplendor da sua unidade renovada.”  
(11 de fevereiro de 1979 – Festa de NOSSA SENHORA de Lourdes.)

 

 

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