MOVIMENTO SACERDOTAL MARIANO – M.S.M.

(Mensagens de NOSSA SENHORA ao Pe. Stefano Gobbi, na Itália)

Parte 5

 

Iniciamos o quinto texto desta divulgação, com algumas palavras do Papa Paulo VI, pronunciadas em 1967, e que explicam as justificadas apreensões e os alertas de NOSSA SENHORA nas mensagens que virão a seguir.

Disse o Papa: “ Há uma grande perturbação, neste momento, no mundo e na Igreja, e o que está em questão é a fé. Acontece-me vir repetidamente à mente a frase obscura de JESUS no Evangelho de São Lucas: “Quando o FILHO do Homem voltar, encontrará, ainda, fé sobre a terra?”
Acontece que saem livros em que a fé, sobre alguns pontos importantes, está em retirada, e os episcopados se calam, não acham estranhos estes livros. Isto, segundo meu parecer, é estranho.
Releio, às vezes, o Evangelho do Fim dos Tempos e constato que, neste momento (já em 1977), emergem alguns sinais deste fim.
Estaremos próximos do fim? Isto nunca o saberemos.
É preciso estarmos sempre prontos, mas tudo pode durar ainda muito tempo (já se passaram 32 anos...). Aquilo que me impressiona, quando considero o mundo católico, é que no interior do catolicismo, parece, às vezes, predominar um pensamento do tipo não católico, e pode acontecer que este pensamento não católico, no interior do catolicismo, se torne, amanhã, o mais forte. Mas jamais representará o pensamento da Igreja.
É necessário que subsista um pequeno rebanho, por menor que seja.”
(Papa Paulo VI) 

Nesta Mesma linha de preocupação, NOSSA SENHORA, em 1973, já antecipava o caos que se arrasta e se agrava há quase quatro décadas.

 

A NOITE DESSCEU SOBRE O MUNDO.

“A noite já desceu sobre o mundo, filho: esta é a hora das trevas, a hora de satanás, é a hora de seu maior triunfo.
Como Me agradou a tua oração e o teu sofrimento em reparação do grande ultraje, da mais horrível blasfêmia alguma vez dirigida contra Meu FILHO.
Nem durante a SUA Vida pública, nem durante o processo e a Sua horrível condenação, o Meu FILHO foi tão enlameado.
Nem sequer perante o Sinédrio se encontraram acusadores, tão límpida e pura tinha sido a SUA Vida.
Agora, atenta-se contra a SUA Pureza, faz-se propaganda de uma blasfêmia tão horrível e satânica, que todo o Céu quase que fica espantado e incrédulo.
Como se pode chegar a tanto? Que tremenda tempestade já se está para abater inevitavelmente sobre a pobre humanidade?
O Papa Paulo VI sofre e reza, está numa cruz que o consome e o mata. Desta vez também falou mas a sua voz cai num deserto. A Minha Igreja tornou-se mais que um deserto.
Sacerdotes que estou reunindo no Meu Movimento para travar esta avançada de satanás, deveis formar uma fortíssima barreira com o Papa. Deveis difundir a sua voz, deveis defendê-lo, porque é a ele que competirá sustentar a cruz no meio da maior tempestade da história.
A vós, compete-vos defender a Honra ultrajada do Meu FILHO com a vossa vida, com a vossa palavra, com o vosso sangue.
A vós, compete-vos julgar e condenar o mundo, porque este mundo está mais do que nunca nas mãos do maligno.
Respondei, Sacerdotes a MIM consagrados, ao Meu urgente apelo. Sede generosos, preciso de vós, porque os momentos decisivos já chegaram.”
     (28 de agosto  de 1973 – Festa de Santo Agostinho)

 

 

SEMPRE COM O PAPA.

“Esta noite, filho, quero comunicar-te a ternura que o Meu Coração de MÃE sente pelo vigário do Meu FILHO, o Papa (Paulo VI).
Nestas horas tão dolorosas para a Igreja, o Papa encontra-se só, a viver como o Meu FILHO JESUS no Horto de Getsêmani, as suas horas de agonia e abandono.
Estas são para ele horas de angústia profunda, o seu coração é como que oprimido por uma tristeza mortal, e uma cruz de indizíveis sofrimentos marca as horas do seu dia.
Eu estou ao seu lado, como MÃE, para o confortar e sustentar.
Todo o sofrimento e toda rebelião do mundo deixa no coração do Papa uma ferida profunda, tal como todos os pecados do mundo se acumularam sobre o Coração do Meu FILHO, durante as horas da Sua Agonia.
Faz sofrer o coração do Papa este mundo tão afastado de DEUS; a negação de DEUS por parte de muitos; esta onda de rebelião e de lama que aumenta cada vez mais e que tudo submerge.
Faz sofrer o coração do Papa a solidão e o abandono em que é deixado. A dor mais íntima e maior do Meu FILHO nas horas da SUA Agonia foi a traição de Judas e o abandono dos SEUS mais queridos amigos, quando deles mais tinha necessidade humana.
Agora, o Papa sofre pela traição e pelo abandono de muitos. Até os seus mais próximos colaboradores frequentemente lhe entravam o caminho. Muitos Sacerdotes, por ele tão amados, se opõem a ele; muitos filhos Meus, vítimas de satanás, escarnecem dele e condenam-no.
Quantos, embora se digam cristãos e católicos, todos os dias o criticam, o contestam e o julgam! Esta é, verdadeiramente, a hora do poder das trevas para a  Minha Igreja.
Tu, filho a Mim consagrado, que queres ser a alegria e o conforto do Meu Coração Doloroso, torna-te intérprete forte desta Minha profunda apreensão, do Meu lamento de MÃE.
Consola o coração do Papa com o teu afeto de filho, a tua oração; partilha o seu sofrimento, ajuda-o a carregar a sua cruz, hoje demasiado pesada.
É assim que EU quero na Igreja os Sacerdotes do Meu Movimento; devem ser os amigos, os consoladores, os defensores do Papa.
Os amigos, porque preencherão a sua solidão com muito amor e muita oração. Estarão sempre com ele, mesmo na hora do grande abandono; carregarão com ele a sua cruz, também quando, tal como o Meu FILHO, ele tiver de subir o caminho do Calvário.
Ao lado do Papa, na cruz, e Comigo, a MÃE, quero que estejam os seus mais queridos amigos: os Sacerdotes do Meu Movimento.
Os consoladores, porque aliviarão o seu abandono e o seu sofrimento; e não temerão participar, como ele, da mesma sorte que hoje espera aqueles que Eu preparei para extrema imolação pela salvação do mundo.
Os defensores, porque ser-lhe-ão sempre fiéis e combaterão contra todos que o contestam e o caluniam.
Em Fátima, pré-anunciei estes momentos para o Santo Padre, mas prometi-lhe também a Minha especial assistência e a Minha defesa. Eu o defenderei e assistirei por meio de vós, Meus Sacerdotes.
Vós sois o Meu Exército, pronto a combater pela Igreja e pelo Papa. Sereis assim fiéis ao Evangelho e, por meio de vós, obterei a Minha grande vitória.”     

(30 de outubro de 1973)

DAS MÃOS DO MEU ADVERSÁRIO.

“Por meio do Meu Movimento, arrancarei das mãos do Meu adversário muitos dos Meus filhos Sacerdotes.
Muitos deles encontram-se na escuridão e na maior desolação por terem traído JESUS e o Evangelho.
Mas, far-lhes-ei ver a Minha Luz e ouvir a Minha Voz, e voltarão a ser os Meus filhos mais queridos.
Eu Mesma enfaixarei as suas feridas, curá-los-ei e torná-los-ei invulneráveis a qualquer outra queda.
Eu Sou MÃE e quero salvá-los, porque são Meus filhos, por isso, que nenhum se sinta perdido; por isso, que nenhum se desespere.
O Meu Coração Imaculado está preparando este grande retorno dos Meus filhos mais queridos.”
(31 de outubro de 1973

 

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“Imaculado Coração de MARIA, sede nossa salvação!”